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B LICENÇAS POÉTICAS E ORNARE REALIZAM EXPOSIÇÃO EM SÃO PAULO

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B LICENÇAS POÉTICAS E ORNARE REALIZAM EXPOSIÇÃO EM SÃO PAULO
A B Licenças Poéticas, convidada pela Ornare, realizará em parceria com a loja uma exposição entre os dias 10 e 19 de dezembro, no showroom da Alameda Gabriel Monteiro da Silva, em São Paulo.Com curadoria de Bia Duarte, a mostra conta com a participação de 16 artistas selecionados cuidadosamente. São eles Adélio Sarro, Alessandro Jordão, Andery, André Crespo, Anna Guerra, Carlos Araújo, Charles Chaim, Daniel Azulay, David Dalmau, Eduardo Kobra, Federico Guerreros, Gregório Gruber, Ivald Granato, Lydia Sepúlveda, Margot Monteiro e Susy Magalhães.



 Entre nomes renomados e novos talentos, a exposição contempla a diversidade artística brasileira, trazendo diferentes estilos, técnicas, traços e cores. No dia 10 de dezembro, acontecerá um almoço especial para arquitetos e artistas.

SOBRE BIA DUARTE

Após viver 14 anos em Miami, nos Estados Unidos, Bia Duarte voltou ao Brasil em 1999, trazendo a marca Britto do artista pop Romero Britto, reconhecido internacionalmente. Marca essa, que representa com exclusividade há mais de nove anos no País.

Bia Duarte é especializada em licenciamento e uso de imagem de obras de artistas plásticos. Preside, atualmente, a empresa B Licenças Poéticas, empresa dedicada à difusão da cultura brasileira por meio do licenciamento de imagens e projetos especiais de artistas para empresas de diversos setores e de qualquer parte do mundo.

 

SOBRE OS ARTISTAS

ADELIO SARRO

Pintor e escultor, Sarro nasceu em 1950, na cidade de Andradina, São Paulo. O estilo próprio de Sarro e suas pinturas são conhecidos em quatro continentes, pelas exposições realizadas nos últimos 15 anos em galerias tradicionais. Destacam-se o seu famoso painel sobre a globalização, as exposições no Fórum Econômico Mundial em Davos, em 1999 e 2003, a mostra na ONU, em Genebra, em 2004, além da exposição de sua nova coleção sobre o desenvolvimento e particularidades do Brasil no Museu de Arte Moderna em Moscou e no Museu da Academia de Artes em St. Petersburgo (RU), em 2007.

 

ALESSANDRO JORDÃO

Formado em artes plásticas e especializado em grafite e aquarela pela FAAP, Alessandro Jordão é dos idealizadores do Mãos Contemporary Art. Desde 2000, trabalha no desenvolvimento de quadros e participa de exposições fora e dentro do Brasil. Estudou na Domus Academy, em Milão, com ícones da área como Karim Rashid e Phillipe Starck. . A experiência na Itália rendeu o convite para participar do Salão Satélite, uma ponte para o prestigiado Salão Internacional do Móvel de Milão, onde expôs em 2004.

 

ANDERY

Andery realiza uma pintura sem alarde, mas com muita personalidade. Trabalha com dimensões generosas e desenvolve pinturas nas quais planos lisos e compactos dialogam com interferências sutis, onde a cor e a atitude são as principais protagonistas. Emprestando idéias e situações de diversas tendências e épocas, Andery cria telas que podem ser apreciadas por sua presença discreta, ou que chocam por certos efeitos surpreendentes. Assim como Ad Reinhardt ou Robert Ryman, como Alfredo Volpi ou Tomie Ohtake.

 

ANDRÉ CRESPO

André Crespo cursou Publicidade na FAAP, e antes de assumir a pintura em tempo integral, trabalhou com jornal, cinema e comunicação, atividades em que contribuiu nas áreas de stop-motion, cenografia, animação digital, edição e direção de arte. Em 2001, conheceu e tornou-se assistente de Newton Mesquita, e a partir de 2002 passou a dedicar-se exclusivamente às artes. Participou de exposições coletivas ao lado de renomados artistas brasileiros e realizou trabalhos gráficos e de arte para grandes empresas como Volcom, Havaianas, Vivo, Red Bull e Faber Castell.

 

ANNA GUERRA

Anna Guerra nasceu em Recife e foi criada em Carpina, no berço do Rio Capibariba, ao som das melodias de Capiba e do maestro Nelson. Vinda de uma família de artistas, Anna descobriu cedo sua vocação para o universo das artes. Apaixonada pela atmosfera nordestina e pelo ambiente dos engenhos, a artista retrata o cenário e a cultura do nordeste brasileiro em suas obras, principalmente o universo feminino. Ao pintar as mulheres nordestinas, Anna tenta transmitir uma força e solidez que nem sempre estão presentes na realidade dessas pessoas. A artista inspira-se também em outros artistas, como Caribé e Portinari.

 

CARLOS ARAÚJO

Começou sua carreira internacional em 1973, com a exposição coletiva “Imagens do Brasil”, em Bruxelas/Bélgica. Desde 1993 dedica-se à ilustração da Bíblia que foi concluída e editada em 2007, quando foi entregue pelo governo brasileiro ao Papa Bento XVI. No mesmo ano participou da Bienal de Florença, onde em um espaço especial lançou sua Bíblia na Europa e expôs suas pinturas ganhando um dos prêmios principais. Neste período (1993-2007), realizou exposições nas principais galerias do Brasil para divulgar esse trabalho. No Brasil, a Bíblia foi lançada em exposição na Casa França-Brasil, Rio de Janeiro. Em 2008, realizou exposição individual na Basílica de São João Latrão, em Roma/Itália.

 

CHARLES CHAIM

O mineiro Charles Chaim começou sua carreira no teatro como ator, depois estudou jornalismo, mas no meio do caminho descobriu as artes plásticas. Desde criança já demonstrava interesse pela arte. Autodidata, Charles Chaim fez sua primeira exposição utilizando materiais recicláveis. Influenciado, principalmente por Andy Warhol, o artista trabalha no estilo pop art. Os retratos estilizados são os preferidos do artista.

 

DANIEL AZULAY

Daniel Azulay nasceu no Rio de Janeiro, em 1947, e formou-se em Direito enquanto fazia desenhos de humor e histórias em quadrinhos para revistas e jornais. Autodidata, em 1970, expôs no Museu de Arte Moderna/RJ suas primeiras experiências gráficas e visuais em caleidoscópios de acrílico. Aos 62 anos, Azulay mora no Rio de Janeiro e viaja pelo mundo realizando exposições, palestras e workshops de arte-educação nos Estados Unidos, Israel, Finlândia, Suécia e Portugal. Em 2007, seu trabalho como voluntário e criador do Projeto Social “Crescer com Arte” para crianças e jovens de comunidades carentes foi premiado e reconhecido pela ICAF - International Child Art Foundation em Washington, DC.

 

DAVID DALMAU

O artista plástico, fotógrafo e cenógrafo David Dalmau nasceu no dia 4 de dezembro de 1962 na Espanha, e desde a infância viajou pelo mundo visitando galerias e museus com seu pai, um colecionador de arte e homem de negócios. Suas pinturas têm a tradição do expressionismo figurativo europeu, destacando os temas urbanos; sua técnica combina simplicidade e sofisticação com brilhante uso de cores, em imagem de festas, multidões anônimas e a tão almejada e utópica felicidade eterna.

 

EDUARDO KOBRA

Eduardo Kobra é um expoente da neo-vanguarda paulista. Seu talento brotou por volta de 1987, no bairro do Campo Limpo, com o pixo e o graffiti, e se espalhou pela cidade. Com os desdobramentos que a arte urbana ganhou em São Paulo, Kobra derivou – com o Studio Kobra, criado nos anos 90 - para um muralismo original, inspirado especialmente nos pintores mexicanos, e no design do norte americano Eric Grohe. Ele se beneficiou das características de artista experimentador, bom desenhista e hábil pintor realista para dar continuidade ao seu trabalho. Kobra desenvolve obras que misturam o traço do grafite rico em sombra, luz e brilho. O resultado são murais tridimensionais que permitem ao público interagir com a obra.

 

FEDERICO GUERREROS

Federico Guerreros nasceu no Uruguai, em setembro de 1978. Foi criado em São Paulo e há seis anos se mudou para Barcelona, na Espanha, "por causa de uma paixão". Tentou fazer faculdade de publicidade e de sociologia, mas, em 2003, o talento para a pintura fez com que largasse tudo para trabalhar como ajudante do artista plástico paraense Osmar Pinheiro (1950-2006), consagrado por seus trabalhos em óleo, acrílico, colagens e encáustica sobre tela.

 

GREGÓRIO GRUBER

Gregório Gruber surgiu no cenário artístico em fins dos anos 70 como desenhista e gravador, coincidindo com a volta da figuração e da pintura. Depois de entrar da faculdade de Artes Plásticas da FAAP em São Paulo, viajou para a Europa e freqüentou diversos cursos de artes em diferentes cidades como Paris, Londres e Amsterdam. Em 1974, a convite de Pietro Maria Bardi, voltou ao Brasil para realizar sua primeira mostra individual no MASP, Museu de Artes de São Paulo. A partir daí participou de diversas bienais, mostras em museus e de exposições galerias pelo mundo todo. Atualmente reside em São Paulo e na Serra da Cantareira, onde mantém um estúdio desde os anos 80, trabalhando com as mais variadas técnicas, como pintura a óleo e acrílica, escultura em argila e madeira, litografia e gravura em metal.

 

IVALD GRANATO

Fluminense, nascido em Campos, Rio de Janeiro, em 1949. Viveu em sua cidade natal até 1966, onde começou a desenhar desde muito cedo, sob influência dos pintores cubistas. Ainda em 1966, inicia seus estudos com Robert Newman e, no ano seguinte, ingressa na Escola de Belas Artes da Universidade Federal do Rio de Janeiro. Artista polêmico e provocador utilizou, além da pintura, a performance como meio de expressão. Recebeu vários prêmios, entre eles, o Prêmio de Melhor Ilustrador do ano, da Editora Abril e o Prêmio Aquisição na 1ª trienal de Osaka, Japão, ambos em 1990, e o Prêmio Jabuti, como melhor capa de livro – “Processo de Criação”- Darlene Dalto, 1993. Seus trabalhos estão nos maiores museus, empresas e coleções particulares do Brasil e do mundo.

 

LYDIA SEPULVEDA

Lydia Sepulveda é economista de formação. De família que valoriza a cultura e a arte, teve acesso, desde cedo, a diversas manifestações artísticas e culturais, o que lhe abriu espaço para a liberdade de criar. Em sua trajetória profissional, trabalhou na Desenbahia na área de Planejamento e nos últimos anos na Assessoria de Comunicação. Trabalhou no MAM/Ba quando voltou seu interesse para a pintura, desenvolvendo a partir daí, o desejo de direcionar sua criatividade para as artes plásticas. Hoje, além da pintura como atividade principal, Lydia dedica-se à edição do seu livro que espera ver acontecer o mais breve possível.

 

MARGOT MONTEIRO

Margot Monteiro, arquiteta formada pela Universidade Federal de Pernambuco, iniciou sua carreira nas artes plásticas em 73, quando frequentou o Ateliê da Escola de Belas Artes do Recife. No MAC, realizou cursos de aquarela, curso livre de desenho, pastel e litografia, além de curso de Extensão de História da Arte do Instituto Histórico Geográfico e Arqueológico do Estado de Pernambuco, entre outros de aprimoramento.

Em 89, fez sua primeira exposição, participando posteriormente de várias exposições individuais e coletivas, no País e no exterior. Atual diretora do Museu do Estado de Pernambuco, Margot Monteiro, também já presidiu a Sociedade do Museu de Arte Moderna Aloísio Magalhães – MAMAM.

 

SUSY MAGALHÃES

Susy Magalhães nasceu em Ipojuca, município de Arcoverde, em Pernambuco e desde 2000 vem atuando de forma profissional no cenário artístico, realizando exposições no Brasil e no exterior. Tem a Natureza como principal fonte de referência para a concepção de seu trabalho onde a flora é eleita como meio de resgate e recuperação da visualidade regional e do clima do Estado de Pernambuco, em uma profunda identificação com suas próprias experiências de vida.

B Licenças Poéticas
Fones: +55 11 3068-8296 e 7890-7746
FAX: +55 11 3467-6212
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Com curadoria de Bia Duarte, a mostra conta com a participação de 16 artistas selecionados cuidadosamente. São eles Adélio Sarro, Alessandro Jordão, Andery, André Crespo, Anna Guerra, Carlos Araújo, Charles Chaim, Daniel Azulay, David Dalmau, Eduardo Kobra, Federico Guerreros, Gregório Gruber, Ivald Granato, Lydia Sepúlveda, Margot Monteiro e Susy Magalhães.

Fotos Exposições Coletiva